quarta-feira, 30 de julho de 2008

Como o tempo passa

Como o tempo passa. Em Novembro de 2006 um dos donos de uma empresa Digital que nasceu e cresceu em Caldas da Raínha aproveitou uma ocasião de visita aquele concelho do Primeiro-Ministro para convidar José Sócrates para a inauguração, daqui a um ano, em Óbidos.“Vamos para Óbidos, porque houve um convite da autarquia local e como vai haver um parque tecnológico em Óbidos vamos construir ali a nossa sede”, orçada em dois milhões de euros de investimento.

Esse "daqui a 1 ano" era Novembro de 2007. Já vamos a caminho de Novembro de 2008 e a única coisa que se conhece é que "Parque Tecnológico de Óbidos já está em construção" afirma a primeira página da Gazeta das Caldas. Pudera. Se os senhores da empresa digital já se queriam mudar para lá em Novembro de 2007, pior seria que ainda não estivesse em construção.
Numa entrevista muito digital, por e-mail, o Presidente Telmo Faria confrontado com a pergunta "Para quando a sua inauguração?" apenas responde:

T.F. - Para um momento que consideremos simbolicamente adequado. Essa não é, contudo, actualmente uma preocupação.
Ficamos esclarecidos.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Acordo entre o Governo e a AMO

O PS de Óbidos saúda o Governo e a Associação de Municipios do Oeste, nas pessoas do Ministro Mário Lino e Presidente Carlos Lourenço que chegaram esta sexta-feira a acordo quanto à elaboração do plano de investimentos para a região, que prevê mais uma centena de projectos a concretizar até 2017.

«São mais de uma centena de projectos importantes», realçou o ministro das Obras Públicas, em Caldas da Rainha, após a aprovação do documento final.

Mário Lino especificou alguns dos projectos, como a Linha do Oeste e outros «eixos de ligação», que «permitem uma articulação muito boa desta região com o novo aeroporto em Alcochete», acrescentando que «há investimentos importantes e estruturantes na área da saúde, hospitais, escolas e desporto».

Relativamente à Linha do Oeste, que liga Figueira da Foz/Lisboa (Cacém), a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, disse que vai ser integralmente reestruturada acrescentando que será estudada uma nova variante entre Malveira e Lisboa.

Os projectos aprovados envolvem 2100 milhões de euros de investimentos dos quais 1400 milhões da iniciativa do Governo e 660 milhões de iniciativa municipal.

O governante revelou que os investimentos serão efectuados com recurso a fontes de financiamento como fundos comunitários e investimento privado.

O plano que esteve em elaboração nos últimos seis meses, na sequência da decisão governamental de abandonar a localização do aeroporto na Ota (Alenquer,) será ainda aprovado pelo Conselho de Ministros em Agosto.

Por seu turno, o presidente da Associação de Municípios do Oeste, sublinhou que «o dia 25 de Julho é um dia histórico para o Oeste e para os municípios da Lezíria».

Carlos Lourenço, que também é presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos, disse que o plano ajudará ao desenvolvimento referindo-se à Linha do Oeste, IC11 (Peniche/Carregado), dois hospitais (um novo a Norte e a remodelação de Torres Vedras) e novas barragens.
Fonte TSF

Óbidos e o relacionamento com outras autarquias

O Partido Socialista de Óbidos saúda o acordo de cooperação cultural e de amizade que une os municípios de Óbidos, Lagos e Guimarães. O projecto foi assinado, no dia 15 de Julho, no Mercado Medieval e tem por objectivo o desenvolvimento de vínculos culturais, de modo a aumentar o conhecimento das identidades locais, em termos de tradições e costumes, assim como a realização de eventos e participações conjuntas.

Os três municípios comprometem-se a promover o intercâmbio de informação sobre os resultados alcançados ao nível da cultura e turismo, apoiar as trocas de boas práticas administrativas municipais e desenvolver a cooperação e informação empresariais.

Referindo-se aos municípios de Lagos e Guimarães, o presidente da Câmara de Óbidos, Telmo Faria, destacou a importância de estar de “braço dado” com quem aposta tanto na cultura, dando como exemplos a forte revitalização do primeiro e o exemplo de empreendedorismo que é o berço de Portugal, e que em 2012 será capital europeia da cultura.

O PS de Óbidos regista com agrado que esta parceria tenha sido rubricada com dois municipios liderados pelo PS (Lagos e Guimarães) mostrando o que de bom se faz quer na zona norte quer na zona sul do país em termos de animação cultural.
Só lamenta o PS de Óbidos que a disponibilidade revelada com aquelas autarquias socialistas não seja a mesma que o Executivo de Óbidos devereria revelar com outras bem mais próximas, do Oeste por exemplo. Útil era certamente firmar acordos deste tipo com outras autarquias do Oeste, mas isso parece cada vez mais impossível de concretizar.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Poluição no Arnóia

Há mais de um ano que o Vereador José Machado suscitou em reunião de Câmara o assunto da poluição do Rio Arnóia. A Deputada Municipal Anabela Blanc teve oportunidade de suscitar recentemente, em Assembleia Municipal, alertando para espumas e maus cheiros. O PS irá continuar a diligenciar no sentido de as autoridades competentes assumirem uma intervenção decidida no sentido de se evitar que a Barragem e o seu Rio conheçam o destino de outros rios que se tornam em vasadouros de todo o tipo de dejectos.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Uma loja do cidadão em Óbidos

O vereador José Machado propôs em Março de 2007 que a Câmara Municipal de Óbidos se disponibilizasse junto do Governo a integrar o conjunto de concelhos que pretendem contar, o mais depressa possível, com uma Loja do Cidadão de Nova Geração, que abarque simultaneamente os serviços públicos centrais e municipais. Segundo a proposta apresentada pelo vereador socialista, “o Governo pretende criar, aproveitando o QREN, novos conceitos de Lojas do Cidadão, e para que estas se sustentem numa rede uniforme que abarque todos os concelhos do país”.
Chamando a atenção de que a sua implantação no terreno far-se-á progressivamente até 2013, José Machado manifestou que “Óbidos tem todo o interesse em ser um dos primeiros concelhos a beneficiar deste novo conceito de lojas do cidadão”. “A nova geração de lojas do cidadão irá disponibilizar postos "self-service", nos quais funcionários ensinarão os utentes a utilizar serviços disponíveis na Internet, integrando igualmente balcões multiserviços que concentram os mais procurados pela população, responsáveis por parte significativa do volume do atendimento”, apontou.
A Câmara Municipal propôs, e viu aprovado na última Assembleia Municipal, um reforço de 100 000 euros para a criação de uma Loja do Cidadão, o que mostra uma plena articulação entre a Câmara, o vereador José Machado e o Governo, o que se saúda. À evolução positiva deste processo não será estranho o processo negocial entre os munícipios que integram a AMO e o Governo no âmbito da deslocalização do futuro Aeroporto de Lisboa.
O PS de Óbidos, contudo, manifesta a sua preocupação com a saída de vários serviços de dentro da Vila de Óbidos, o que, se por um lado tem vantagens óbvias quanto às acessibilidades, por outro reflecte um abandono progressivo da mesma.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Que é feito do Multiusos?



Há precisamente dois anos era anunciado com pompa um Multiusos de Entretenimento e Comercial previsto para Óbidos, junto ao quartel dos bombeiros voluntários, que iria criar cerca de 200 postos de trabalho directos, para além de várias centenas que iriam trabalhar indirectamente naquele espaço.
Passados dois anos sem que nada acontecesse eis que nos vergonhosos contentores que lá estão plantados surge uma placa a dizer "vende-se".
O que aconteceu a mais este investimento? Espaço nos jornais para as empresas que Óbidos conquista às Caldas há muito, mas para falar destes flops não há nenhum.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Suspensão do PDM-Declaração de voto

O Grupo Municipal do Partido Socialista na Assembleia Municipal de Óbidos votou contra a inclusão na ordem de trabalhos da Assembleia Municipal em sessão de 30 de Junho de 2008, pretendendo a este respeito declarar o seguinte:

1. Em 8 de Fevereiro de 2008 a Assembleia Municipal de Óbidos reuniu extraordinariamente para analisar a proposta apresentada pela Câmara Municipal com vista à suspensão parcial do Plano Director Municipal (PDM) de Óbidos.

2. Reconhecendo como válidas as razões que estão na base de tal decisão o Grupo Municipal do PS aprovou a proposta considerando que está sempre ao lado de todas as soluções que visem garantir a sustentabilidade dos territórios, em especial os mais vulneráveis, como neste caso o da Lagoa de Óbidos.

3. Mas já nessa altura o Grupo Municipal do PS considerou perfeitamente incompreensível o facto de os elementos que serviam de base a essa mesma Assembleia terem sido disponibilizados com muito pouca antecedência, não permitindo um cabal estudo do seu impacto.

4. No dia 30 de Junho reuniu a Assembleia Municipal em sessão ordinária com uma ordem de trabalho enviada para os Grupos Municipais. Foi com redobrado espanto e indignação que o Grupo Municipal do Partido Socialista, a poucas horas da realização da referida Assembleia, se viu confrontado com a intenção da Câmara Municipal em colocar na ordem de trabalhos um novo ponto que pretendia revogar a deliberação da Assembleia Municipal de 8 de Fevereiro, enviando tão só um parecer jurídico de suporte a essa intenção.

5. O Partido Socialista declarou de imediato a sua oposição a tal agendamento considerando uma afronta à Assembleia Municipal, tanto mais que estavam em causa decisões em torno da suspensão do PDM e a revogação de uma decisão da Assembleia aprovada numa sessão convocada extraordinariamente para o efeito uns meses antes.

6. A gravidade de mais esta atitude de desrespeito pelo órgão Assembleia Municipal feito pelo executivo da Câmara, que só acontece por força da passividade manifestada pelos membros da maioria PSD, levou o PS a solicitar a marcação de uma Assembleia Municipal Extraordinária só para discutir este ponto, tanto mais que a própria câmara municipal não tinha formalmente tomado qualquer decisão a este respeito, indo tomá-la na próxima segunda-feira. De facto, não há fundamentação para tamanha urgência se essa urgência não foi exigida à jurista autora do parecer, nem à própria Câmara Municipal. Acresce que duvidamos da legalidade de uma proposta á Assembleia Municipal apenas com base num despacho do Presidente da Câmara e não com base numa deliberação da própria Câmara Municipal.

7. O Grupo Municipal do PS considera imprópria esta forma de relacionamento entre o órgão executivo e o órgão deliberativo, manifestando a sua indignação pela forma ligeira como assuntos desta natureza são tratados.

8. A Assembleia Municipal de Óbidos, ainda que com a maioria absoluta de um só partido, não é uma caixa de ressonância do executivo da Câmara, nem deve estar ao seu serviço. É o órgão de controlo da acção da Câmara e assim vai continuar a ser por força da acção do Grupo Municipal do PS.

9. Finalmente o PS não deixa de assinalar a forma elevada e construtiva como o Sr. Vice-Presidente da Câmara Pedro Félix acompanhou os trabalhos. De facto, se como foi assumido a Câmara entendeu mudar a sua estratégia na abordagem ao processo de suspensão do PDM e pretende a anulação de uma decisão da Assembleia Municipal, no mínimo exigia-se ao Executivo, no seu todo, a atitude de humildade institucional revelada pelo Sr. Vice-Presidente da Câmara.

Em 30 de Junho de 2008

O Grupo Municipal do Partido Socialista,

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Conselho Municipal de Segurança

O Grupo Municipal do PS em Óbidos defendeu na última Assembleia Municipal a inclusão de todos os Presidentes de Junta de Freguesia do Concelho no Conselho Municipal de Segurança. O PS não concorda com a proposta da Câmara Municipal e do PSD de que no Conselho Municipal de Segurança apenas deve ter assento um presidente de Junta em representação de todos os outros.
O PS vai formalizar esta alteração ao Regulamento Municipal de Segurança quando voltar a ser discutido.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Contra o exagerado preço da água em Óbidos

Devido a reclamações da população, anteriormente, várias vezes o PS sugeriu serem repensadas as taxas da água praticadas pelo Município de Óbidos, as quais são mais elevadas do que, designadamente, no vizinho concelho de Caldas Rainha.

A taxa fixa, designada quota de serviço é, no concelho de Óbidos 50% mais cara do que em Caldas da Rainha. Também as tarifas, por m3, da água são mais caras em Óbidos do que naquele município.

Face à situação de agravamento económico de muitas famílias de baixos recursos, como é do conhecimento geral, devido a factores externos (por exemplo: a subida dos preços dos combustíveis e o desemprego agravado pelo fecho de empresas) o Município de Óbidos que tem, actualmente, uma boa situação financeira, deveria contribuir para atenuar as dificuldades que vivem as famílias.

Assim, deverá ser rapidamente estudada a viabilidade das taxas da água no concelho de Óbidos deixarem de ser mais caras que no vizinho concelho de Caldas da Rainha.

Voto contra os trabalhos a mais da CMO


- Alterações na obra do Complexo Escolar de Óbidos
- Está nos trabalhos a mais proposta a introdução da construção civil de um posto de transformação (PT). Existe próximo um PT do município com um transformador de 400 kVA e que tem sido sempre utilizado em muito menos de metade da sua potência. Assim, esse PT é suficiente, sem necessidade de aumento de potência, para alimentar o Complexo Escolar de Óbidos. Como o projectista estima em cerca de 120 kVA a potência eléctrica necessária para o Complexo Escolar de Óbidos, o transformador de 400 kVA ficará ainda com significativa reserva. Se se vier a concretizar a ideia de construir um novo PT, a CMO terá um investimento adicional (não necessário) de várias dezenas de milhares de euros (construção do PT, equipamento e linha de média tensão).

Relativamente às perdas, quer na situação de um novo PT (seriam as perdas do transformador a instalar) quer na situação de se utilizar o PT existente (neste caso há perdas no cabo de interligação entre o PT existente e o complexo escolar), o seu acréscimo não é muito significativo face ao adicional de investimento que se teria que efectuar.
A solução por mim proposta é não ser construído um novo PT e que a alimentação eléctrica seja feita por analogia com o abastecimento de gás (estava previsto um reservatório sob pressão para o abastecimento de gás ao Complexo Escolar de Óbidos, mas foi, entretanto, tomada a decisão do abastecimento de gás ser feito a partir do reservatório existente nesta zona).
Uma outra vantagem em se optar pela solução que proponho é a CMO não ficar dependente do licenciamento e vistoria de novo PT que seriam necessários antes de poder ser efectuado contrato de fornecimento de energia eléctrica, se se optasse por um novo PT. Isto sem prejuízo de se dever licenciar o adicional à instalação eléctrica existente e pedir a respectiva vistoria.

Quanto ao PT, em conclusão, a minha opinião é não ser necessário nem fazer sentido económico nem técnico instalar um posto de transformação específico para este complexo escolar. Será conveniente tomar a opção em alimentar electricamente o Complexo Escolar de Óbidos através do PT existente.

Recordo que sugeri para ser providenciado um exemplar do projecto aprovado da instalação eléctrica, dado que os elementos deste projecto que se encontram na CMO não estão completos.

- No projecto térmico do Complexo Escolar de Óbidos, datado de Setembro de 2007, está previsto um sistema com painéis solares.
Como as paredes já estão pintadas, foi questionado o motivo de não ter sido ainda instalado o sistema solar, nem sequer as suas indispensáveis redes de tubagens. A razão dever-se-á ao autor do projecto de arquitectura discordar da localização proposta para os citados painéis solares, prevista no mencionado projecto térmico.
Assim, o empreiteiro já não prevê instalar o sistema de painéis solares até ao final desta empreitada, contrariando-se a legislação vigente e o referido projecto térmico.

O projecto de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (AVAC), datado de Abril de 2007, está feito com base em legislação já revogada aquando da sua elaboração. Não está evidenciado no projecto o cálculo dos caudais de ar, os quais parecem insuficientes. Já sugeri anteriormente que seja solicitado ao respectivo projectista que providencie rapidamente a sua adequação à legislação aplicável.

O projecto de AVAC e o projecto térmico necessitam de ser compatibilizados entre si e com a legislação aplicável. O projecto térmico deveria ser, nos termos dos Decretos – Lei nºs 79/2006 e 80/2006, integrado no projecto de AVAC, que devia estar compatível com o RSECE (Decreto-Lei 79/2006).

Falta o Certificado de Conformidade Regulamentar, nos termos da legislação vigente à data da elaboração do projecto térmico, aplicável a edifícios com área útil superior a 1000 m2, como é o caso presente.

A CMO deve dar exemplo de cumprimento da legislação, designadamente a relacionada com a utilização racional da energia e a redução das emissões de gases de efeito de estufa.

Nos termos do RCCTE e do RSECE, os quais estão vigentes desde há cerca de dois anos, estão definidas implicações energéticas e suas emissões de CO2.consequentes. Devem ser observadas essas regras energéticas e da qualidade do ar nesta obra, o que não está evidenciado em projecto (nem feito em obra).

As disposições do RCCTE e do RSECE são indiscutivelmente aplicáveis às escolas. Se subsistir alguma dúvida, deverá ser contactada a ADENE – Agência para a Energia.

-- Recordo o meu pedido anterior de justificação para serem propostos trabalhos a mais relativos a iluminação, recorrendo a aparelhos cujos preços parecem elevados face ao mercado, mesmo para iluminação com lâmpadas eficientes energeticamente, como por exemplo:
104 luminárias a preço unitário de 342,42 euros, num total de mais de 35.600 euros,
189 luminárias a preço unitário de 99,89 euros, num total de mais de 18.800 euros.
Não foi presente qualquer documento explicando o critério utilizado para a fixação desses preços (trabalhos a mais de espécie diversa). Aguarda-se que o empreiteiro entregue a(s) solicitada(s) folha(s) de catálogo com as características desses candeeiros (maioritariamente para o interior da escola), a fim de se apurar junto do mercado se os preços pretendidos pelo empreiteiro são ou não razoáveis.
Não existem na CMO quaisquer elementos escritos relativos às referidas luminárias (candeeiros de iluminação).

- O custo do projecto inicial de arquitectura do Complexo Escolar e Óbidos foi de 65.340,00 euros (de acordo com a informação interna nº 23, datada de 29 de Maio de 2008, da chefe da Secção de Aprovisionamentos e Património da CMO).
- Segundo informação do Sr. Eng. Luís Almeida, os projectos de especialidades do Complexo Escolar de Óbidos custaram 53.450 euros.
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- Salienta-se o facto de haver projectos de especialidade que não estão coordenados entre si nem compatíveis com a legislação aplicável.

Os trabalhos a mais agora propostos não incluem custos relativos à alimentação eléctrica ao complexo escolar de Óbidos. Importa esclarecer se virão a ser pedidos trabalhos a mais relacionados com os referidos projectos térmico e de AVAC.


Para além de ser necessário, com a maior brevidade possível concluir a obra do Complexo Escolar de Óbidos, de acordo com a legislação aplicável, há que tomar as devidas providências sobre os ensinamentos colhidos para que estas vicissitudes não se repitam nos Complexos Escolares do Alvito e do Furadouro, cujos processos se irão iniciar.

Conclusão final: votei contra porque se mantém-se actualizado o meu ponto de vista expresso na sessão de Câmara do dia 2 de Junho de 2008, de não estarem reunidas as condições para serem aprovados os propostos trabalhos a mais (já deduzidos dos trabalhos a menos) no valor de 390.368,23 euros.

Reafirmo que a CMO deve dar o exemplo de cumprimento da legislação conducente à racionalidade energética, à qualidade do ar interior e à redução da emissão de gases de efeito de estufa. Não basta pregar a doutrina. Deve dar bom exemplo, pondo-a em prática.
Continuo disponível para colaborar na resolução deste assunto.


16 de Junho de 2008

José Machado
Vereador da Câmara Municipal de Óbidos

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Onde está Óbidos?



Este ranking das melhores Câmaras Municipais de todo o país em termos financeiros, feito pelos Técnicos Oficiais de Contas, é bem a prova de que nem tudo brilha assim tanto em Óbidos. E não se diga que nos 50 melhores estão apenas os grandes e populosos munícipios à beira-mar. Nas 50 melhores lá estão Murtosa e Vinhais, Idanha-a-Nova e São Brás de Alportel, municipios isolados no Centro e no Algarve. As Caldas, que alguns gostam de criticar, lá está num honroso 11º lugar.

E Óbidos está onde?

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Ainda a energia das ondas

Num seu recente discurso o Primeiro-Ministro no debate quinzenal na Assembleia da República sob o tema da Energia afirmou:

"E não esquecemos, também, os projectos emblemáticos e com fortes efeitos demonstrativos nas outras formas de energia renovável. Estamos a construir as duas maiores centrais solares fotovoltaicas do Mundo no Alentejo. Definimos a área para projectos-piloto no domínio da energia das ondas, em Peniche".



O Partido Socialista colocou no seu programa eleitoral para Óbidos a energia das ondas como uma prioridade para o concelho e para o Oeste.


É triste perder este comboio do desenvolvimento. Peniche aproveitou!

Vereador do PS contra a prepotência



O Ministério Público informou a Câmara Municipal de Óbidos que arquivou o processo da queixa desta autarquia contra uma empresa que tem a sua sede em Óbidos.O vereador José Machado, do PS, lembrou ter afirmado que, quando a Câmara deliberou a apresentação da queixa, entendia que não se devia seguir a via judicial para “uma situação em que não estava esgotada outra forma de solução”.“Verifica-se que a situação continua por resolver, sem benefício para ninguém”, sustentou, defendendo que “a Câmara deve ter uma postura de facilitar a solução dos problemas, não devendo enveredar pela via judicial, antes de esgotadas outras formas”.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

As 10 mais...

Quando tantas vezes se ouve falar o Presidente da Câmara dos milagres financeiros e das muitas receitas é bom que tenhamos consciência deste ranking que o PS de Óbidos em devido tempo alertou. Os cidadaõs de Óbidos pagam e muito em taxas e impostos à Câmara Municipal. Fica provado que o PS tinha razão quando defendeu que era possível ir mais longe no suposto "choque fiscal".

Em defesa do papel da Santa Casa da Misericórdia

O PS de Óbidos defendeu que a postura da CMO evolua no sentido de reforçar a rede social não esquecendo que para além das iniciativas do município, neste domínio, existem outras entidades que têm um importante papel na área social, designadamente a Santa Casa da Misericórdia de Óbidos.

A Santa Casa da Misericórdia de Óbidos é a segunda mais antiga do País e os apoios que recebe do Estado cobrem apenas uma parte dos seus encargos para fazer face ao excelente trabalho que desempenha em favor de quem precisa.

Por este motivo, é recomendável um olhar mais abrangente e integrador de quem desempenha importante função social, como é o caso da centenária Santa Casa da Misericórdia de Óbidos.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Promessas não cumpridas

– Viabilização de um parque empresarial na Amoreira-Olho Marinho;
– Um Parque Empresarial nas Gaeiras;
– Criação do Centro Empresarial de Óbidos – Incubadora de Empresas.

Exemplos de Excelência e boas práticas



Este é o estado do Arnóia mesmo à vista de todos os que visitam Óbidos e querem contemplar o seu Rio.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Entrevista ao Vereador José Machado

Amanhã, sexta-feira, dia 13 de Junho, o Vereador da Câmara Municipal de Óbidos, eleito pelo Partido Socialista, Engº José Machado estará na Rádio 94.8 FM para uma entrevista, entre as 19 e as 20 horas.
Sintonize! Escute as suas opiniões e propostas, por um Concelho melhor!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

No tempo em que os animais falavam...

Várias vozes, algumas sem qualquer autoridade, começam a mostrar-se nervosas com o Plano de Acção para Oeste definido entre o Governo e a Associação de Municipios do Oeste.
Essas vozes, que surgem do PSD, e de que foi evidente e recente expressão a do derrotado mandatário nacional de uma das candidaturas às directas no PSD, o Dr. Fernando Ruas, certamente estão esquecidas do que escrevia em 2006 o Dr. Mendes Bota, então desencantado com o seu próprio partido, liderado por Marques Mendes.
Falava Mendes Bota num tal "Plano de Descentralização Administrativa aprovado pelo Conselho de Ministros reunido em Tomar em Junho de 2002 (Governo do PSD/PP), em que foi aprovado um “número amplo de diplomas concretos” de apoio à constituição de “novas grandes áreas metropolitanas, comunidades urbanas e comunidades intermunicipais” para a “gestão integrada de espaços metropolitanos e urbanos de âmbito supramunicipal” que, no seu entender “abrangem já mais de 95% da população portuguesa”.
E exclama Mendes Bota: "Entra-se aqui no campo da confissão do insucesso. Se foram aprovados tantos diplomas concretos, porque não foram aplicados pelos próprios autores da reforma?".
De facto, se existe uma política de embuste essa foi a política do PSD e do CDS/PP nos anos da sua governação, uma política de embuste aos autarcas, às autarquias e aos cidadaõs.
O mesmo embuste no Conselho de Ministros em Óbidos, em 2004, e as promessas do então primeiro-ministro de resolver os problemas da Lagoa de Óbidos e de apoiar a candidatura de Óbidos a Património da Humanidade.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

VAIDADES...

Foi inaugurado ontem o Parque da Vila, em Óbidos. A limpeza do local e o plantio de árvores naquela zona são de louvar. Boa intervenção.

Agora uma placa comemorativa da inauguração??? Com o nome do Dr. Telmo Faria??? Haja dó!

Se isto não é vaidade, o que será? Assim se ganham prémios de marketing...