quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Ajuda ao Haiti-Proposta do Vereador José Machado
O vereador José Machado, considerando a tragédia humana do terramoto no Haiti e os esforços que, a vários níveis, se estão a fazer, propôs a ideia do Município de Óbidos, através da sua empresa Óbidos Patrimonium, tomar a iniciativa de uma parte da receita do próximo Festival do Chocolate ser direccionada ao apoio das vítimas no Haiti, através da missão portuguesa da ONU ou de uma das entidades que estão a intervir naquele país. Acrescentou que a contribuição poderia ser de 0,50 € por cada bilhete de ingresso no próximo Festival do Chocolate.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Novo Posto de Cobustível-Esclarecimento
Atento o teor da notícia publicada no Jornal das Caldas da passada semana, sobre a instalação de um posto de combustíveis em Óbidos, vimos solicitar que a mesma seja corrigida, por se tratar de matéria da maior importância e melindre. Na verdade, na última Assembleia Municipal, que teve lugar em 28 de Dezembro último, os deputados do Partido Socialista votaram contra este ponto da ordem de trabalhos, tendo inclusivamente apresentado a declaração de voto que se segue:
“Declaração de voto do Grupo Municipal do Partido Socialista, referente ao ponto 6ºda Ordem de Trabalhos – Aprovação e eventual autorização da proposta de concessão do uso privativo do direito de superfície de um terreno municipal para instalação de posto de abastecimento de combustíveis e área de serviço.
O Grupo Municipal do Partido Socialista regozija-se com a instalação de um posto de abastecimento de combustíveis e de carregamento de baterias, ou equivalente, em Óbidos. A opção por soluções energéticas menos poluentes, designadamente em matéria de circulação automóvel, são de saudar vivamente, pelo que a instalação de um sistema de abastecimento automóvel desta natureza parece-nos iniciativa de mérito.
A razão do voto contra neste ponto da ordem de trabalhos prende-se com a localização prevista para o citado posto de abastecimento. Na verdade, o equipamento situar-se-á junto à zona escolar e desportiva, em área ajardinada (que será parcialmente destruída) e de lazer, que serve e é contígua a zona residencial. Por outro lado, fica muito próximo da Vila de Óbidos, comprometendo as vistas do Castelo a quem chega vindo de Sul.
Da argumentação aduzida pelo executivo camarário não ficou claro que não haja alternativa viável nas imediações da Vila de Óbidos. Nem nos parece que a questão do PDM, que alegadamente condicionaria a possibilidade de implantação do equipamento apenas ao local indicado, fosse intransponível, uma vez que o referido Plano se encontra em fase de revisão.”
As consequências da eventual instalação de um posto de combustíveis no local previsto serão nefastas em vários planos para o bem-estar dos residentes em Óbidos e áreas limítrofes, pelo que o Partido Socialista acompanhará em detalhe este processo, tomando todas as posições que julgar adequadas e convenientes.
Cristina Rodrigues
Comissão Política Concelhia
“Declaração de voto do Grupo Municipal do Partido Socialista, referente ao ponto 6ºda Ordem de Trabalhos – Aprovação e eventual autorização da proposta de concessão do uso privativo do direito de superfície de um terreno municipal para instalação de posto de abastecimento de combustíveis e área de serviço.
O Grupo Municipal do Partido Socialista regozija-se com a instalação de um posto de abastecimento de combustíveis e de carregamento de baterias, ou equivalente, em Óbidos. A opção por soluções energéticas menos poluentes, designadamente em matéria de circulação automóvel, são de saudar vivamente, pelo que a instalação de um sistema de abastecimento automóvel desta natureza parece-nos iniciativa de mérito.
A razão do voto contra neste ponto da ordem de trabalhos prende-se com a localização prevista para o citado posto de abastecimento. Na verdade, o equipamento situar-se-á junto à zona escolar e desportiva, em área ajardinada (que será parcialmente destruída) e de lazer, que serve e é contígua a zona residencial. Por outro lado, fica muito próximo da Vila de Óbidos, comprometendo as vistas do Castelo a quem chega vindo de Sul.
Da argumentação aduzida pelo executivo camarário não ficou claro que não haja alternativa viável nas imediações da Vila de Óbidos. Nem nos parece que a questão do PDM, que alegadamente condicionaria a possibilidade de implantação do equipamento apenas ao local indicado, fosse intransponível, uma vez que o referido Plano se encontra em fase de revisão.”
As consequências da eventual instalação de um posto de combustíveis no local previsto serão nefastas em vários planos para o bem-estar dos residentes em Óbidos e áreas limítrofes, pelo que o Partido Socialista acompanhará em detalhe este processo, tomando todas as posições que julgar adequadas e convenientes.
Cristina Rodrigues
Comissão Política Concelhia
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Que ECO Vila é esta?
O vereador José Machado alertou para o facto de se estar a registar desperdício de energia eléctrica com a iluminação pública na maior parte do loteamento do Parque Tecnológico, uma vez que não se justifica continuarem em funcionamento, durante todas as noites, a maioria dos candeeiros de iluminação pública das zonas do parque tecnológico onde não há ainda construção de edifícios. Para além do custo da energia eléctrica relativa à iluminação pública que é paga pela Câmara Municipal, há mais emissões de CO2 para a atmosfera, que seriam facilmente evitáveis.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Orçamento Municipal para 2010
Um novo mandato e velhos hábitos da maioria do PSD.
Este não seria certamente o nosso orçamento, como não o foram no passado os orçamentos aprovados pela maioria do PSD. Mas este é o tipo de orçamento em que votaram maioritariamente os cidadãos do concelho há poucos meses, e isso tem de ser respeitado.
Aliás este orçamento é no essencial o que já foi em 2006, em 2007, em 2008 e em 2009. Leia-se a Nota Introdutória às GOP de 2009, mais de 90% do que foi apresentado é igual ao que agora nos é trazido.
Com algumas nuances. Um aumento exponencial dos impostos indirectos que quadruplicam em relação a 2009; um aumento exponencial das taxas municipais que triplicam em relação a 2009. Ora se, como se diz, não se reflectem nas receitas os alvarás de alguns projectos, como se explica este optimismo na arrecadação de receita?
Explica-se com a estratégia de sempre, promessas que nunca se cumprem
Há um optimismo desenfreado na arrecadação de receita. Não se prevê o impacto negativo das quebras das receitas fiscais, continua a falar-se em milhões de alienação de património que nunca se confirmam, e há um valor anormal de previsão de transferências de capital do Estado, quase 10 milhões de euros, que nos parecem demasiado optimistas, para não dizer irrealistas.
Na despesa o exercício de comparação com 2009 é aterrador.
O Complexo Logístico Municipal, a única obra da estrita responsabilidade da Câmara Municipal a avançar em 2009, que deveria estar concluída em Junho passado, com um custo previsto de 1,6 Milhões de euros, não está terminado.
As duas novas escolas municipais que deveriam estar concluídas no inicio do ano escolar em Setembro, continuam em construção.
A intervenção e a recuperação de Habitação Social no Concelho tinha previstos mais de 1 milhão de euros em 2009. Foi apenas executado um décimo do previsto (dez vezes menos)! Mais uma vez os cerca de 1, 5 milhões de euros lá estão previstos, mas definidos apenas 63 000 euros. Mais uma promessa orçamental a não cumprir em 2010?
O projecto Óbidos Gourmet tinha previstos 185 000 euros para arrancar em 2009. Neste ano execução zero! O Projecto Eco Vila tinha previstos para 2009 334 000 euros. Execução ZERO!
O projecto Óbidos Criativa tinha previsto para 2009 cerca de meio milhão de euros. O museu das Guerras peninsulares, a Grande Livraria de S. Tiago, anunciada para Maio de 2009, o Auditório do Mocharro, a Casa das Rainhas e o Balcão da Criatividade, tudo estava previsto, execução ZERO!
A rede de habitações criativas tinha previsto para 2009 cerca de 150 000 euros. Nada aconteceu.
Mas há números que também nos surpreendem. No caso das Juntas de Freguesia notamos que em 2009 foram transferidos cerca de 1,1 Milhões de euros. Para 2010 estão previstos apenas 500 000 euros, menos de metade.
Mas para as empresas municipais aconteceu o contrário. Se em 2009 estavam previstos apenas 1,3 milhões de euros, gastaram-se efectivamente mais de 1,7 milhões, e em 2010 estão previstos uns generosos 1,5 milhões de euros.
O Orçamento de 2010 acaba de vez com dois mitos da maioria PSD: a de que não recorria ao endividamento e a de que as receitas estavam sempre a subir.
Ao longo destes últimos anos o PS de Óbidos fez inúmeras propostas concretas, designadamente:
- a necessidade de acentuar o financiamento na componente social de ajuda à população em geral, especialmente aos idosos e aos jovens;
- o reforço de verbas para apoio à generalidade das colectividades;
- o reforço do valor para apoio aos estudantes do ensino superior, de famílias com poucos recursos;
-a definição de uma estratégia, articulada com universidades, para a promoção da agricultura;
- a proposta de fusão de ambas as empresas municipais do Concelho.
Foi o PS de Óbidos que procurou que se avançasse com a realização do Orçamento Participativo no Concelho, envolvendo mais directamente os cidadãos na sua feitura.
Foi o PS que quis levar mais longe o “choque fiscal”, designadamente reduzindo a taxa do IMI, já que as receitas fiscais do município continuam a subir em flecha.
Foi o PS de Óbidos que propôs que seja estabelecido um plano detalhado para a substituição das canalizações de distribuição de água, existentes no concelho de Óbidos, que têm amianto.
Sem dar respostas a estas e muitas outras propostas, este não é o nosso orçamento para o município. Contudo, e atendendo a que globalmente o Plano de Actividades para 2010 carrega sobre os ombros da maioria PSD uma forte responsabilidade quanto à efectiva concretização de muitas das promessas feitas aos cidadãos de Óbidos, o Grupo Municipal do PS abstém-se na votação da proposta de orçamento para 2010, desejando que em 2010, finalmente, comecem a surgir as “promessas” do PSD a Óbidos e aos seus cidadãos.
O Grupo Municipal do PS de Óbidos
Este não seria certamente o nosso orçamento, como não o foram no passado os orçamentos aprovados pela maioria do PSD. Mas este é o tipo de orçamento em que votaram maioritariamente os cidadãos do concelho há poucos meses, e isso tem de ser respeitado.
Aliás este orçamento é no essencial o que já foi em 2006, em 2007, em 2008 e em 2009. Leia-se a Nota Introdutória às GOP de 2009, mais de 90% do que foi apresentado é igual ao que agora nos é trazido.
Com algumas nuances. Um aumento exponencial dos impostos indirectos que quadruplicam em relação a 2009; um aumento exponencial das taxas municipais que triplicam em relação a 2009. Ora se, como se diz, não se reflectem nas receitas os alvarás de alguns projectos, como se explica este optimismo na arrecadação de receita?
Explica-se com a estratégia de sempre, promessas que nunca se cumprem
Há um optimismo desenfreado na arrecadação de receita. Não se prevê o impacto negativo das quebras das receitas fiscais, continua a falar-se em milhões de alienação de património que nunca se confirmam, e há um valor anormal de previsão de transferências de capital do Estado, quase 10 milhões de euros, que nos parecem demasiado optimistas, para não dizer irrealistas.
Na despesa o exercício de comparação com 2009 é aterrador.
O Complexo Logístico Municipal, a única obra da estrita responsabilidade da Câmara Municipal a avançar em 2009, que deveria estar concluída em Junho passado, com um custo previsto de 1,6 Milhões de euros, não está terminado.
As duas novas escolas municipais que deveriam estar concluídas no inicio do ano escolar em Setembro, continuam em construção.
A intervenção e a recuperação de Habitação Social no Concelho tinha previstos mais de 1 milhão de euros em 2009. Foi apenas executado um décimo do previsto (dez vezes menos)! Mais uma vez os cerca de 1, 5 milhões de euros lá estão previstos, mas definidos apenas 63 000 euros. Mais uma promessa orçamental a não cumprir em 2010?
O projecto Óbidos Gourmet tinha previstos 185 000 euros para arrancar em 2009. Neste ano execução zero! O Projecto Eco Vila tinha previstos para 2009 334 000 euros. Execução ZERO!
O projecto Óbidos Criativa tinha previsto para 2009 cerca de meio milhão de euros. O museu das Guerras peninsulares, a Grande Livraria de S. Tiago, anunciada para Maio de 2009, o Auditório do Mocharro, a Casa das Rainhas e o Balcão da Criatividade, tudo estava previsto, execução ZERO!
A rede de habitações criativas tinha previsto para 2009 cerca de 150 000 euros. Nada aconteceu.
Mas há números que também nos surpreendem. No caso das Juntas de Freguesia notamos que em 2009 foram transferidos cerca de 1,1 Milhões de euros. Para 2010 estão previstos apenas 500 000 euros, menos de metade.
Mas para as empresas municipais aconteceu o contrário. Se em 2009 estavam previstos apenas 1,3 milhões de euros, gastaram-se efectivamente mais de 1,7 milhões, e em 2010 estão previstos uns generosos 1,5 milhões de euros.
O Orçamento de 2010 acaba de vez com dois mitos da maioria PSD: a de que não recorria ao endividamento e a de que as receitas estavam sempre a subir.
Ao longo destes últimos anos o PS de Óbidos fez inúmeras propostas concretas, designadamente:
- a necessidade de acentuar o financiamento na componente social de ajuda à população em geral, especialmente aos idosos e aos jovens;
- o reforço de verbas para apoio à generalidade das colectividades;
- o reforço do valor para apoio aos estudantes do ensino superior, de famílias com poucos recursos;
-a definição de uma estratégia, articulada com universidades, para a promoção da agricultura;
- a proposta de fusão de ambas as empresas municipais do Concelho.
Foi o PS de Óbidos que procurou que se avançasse com a realização do Orçamento Participativo no Concelho, envolvendo mais directamente os cidadãos na sua feitura.
Foi o PS que quis levar mais longe o “choque fiscal”, designadamente reduzindo a taxa do IMI, já que as receitas fiscais do município continuam a subir em flecha.
Foi o PS de Óbidos que propôs que seja estabelecido um plano detalhado para a substituição das canalizações de distribuição de água, existentes no concelho de Óbidos, que têm amianto.
Sem dar respostas a estas e muitas outras propostas, este não é o nosso orçamento para o município. Contudo, e atendendo a que globalmente o Plano de Actividades para 2010 carrega sobre os ombros da maioria PSD uma forte responsabilidade quanto à efectiva concretização de muitas das promessas feitas aos cidadãos de Óbidos, o Grupo Municipal do PS abstém-se na votação da proposta de orçamento para 2010, desejando que em 2010, finalmente, comecem a surgir as “promessas” do PSD a Óbidos e aos seus cidadãos.
O Grupo Municipal do PS de Óbidos
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Assembleia Municipal de Dezembro
Vai realizar-se na próxima 2ª feira, dia 28 de Dezembro a partir das 21 horas, na Casa da Música, a Assembleia Municipal de Óbidos. Nesta Assembleia irá ser discutido o Orçamento Municipal e o Plano de Actividades para 2010.
Apareça. A sua participação e presença são importantes para o seu Concelho.
Apareça. A sua participação e presença são importantes para o seu Concelho.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Novas Escolas- Declarações de voto
Declaração de voto sobre erros e omissões - Complexo Escolar do Alvito
Após as explicações dadas pelo fiscal da obra do Complexo Escolar do Alvito, Sr. Eng. Luís Almeida, continua a ser pertinente questionar o seguinte:
Esta obra tinha como data limite de conclusão Julho, tendo posteriormente sido prorrogada para 15 de Novembro de 2009. É estranho que após ultrapassado o segundo prazo para conclusão e antes de ser proposto um novo prazo de conclusão venha a ser presente à reunião de Câmara de hoje (2 de Dezembro de 2009) uma proposta onde consta que o empreiteiro está a aguardar que lhe definam as características de equipamentos, materiais e instalações que sejam compatíveis com as normas aplicáveis.
A título de exemplo, refere-se que no artigo 4.1 é proposto o aumento das quantidades das luminárias (candeeiros) interiores, com as designações tipo PP1 e PP2 e na página seguinte, em notas, está escrito o seguinte: Não existe identificação e descrição das luminárias (candeeiros) PP1 e PP2 no caderno de encargos. Aguarda-se definição.
Salienta-se que o preço unitário de cada um destes candeeiros interiores é de 294,83 €, o que parece ser um valor muito alto. No mercado, há candeeiros interiores de boa qualidade e alta eficiência a valores bastante mais baixos.
Sugiro que sejam relidas as minhas declarações de voto anteriores sobre os projectos e obras das novas escolas, cujos erros e omissões são de valores elevados.
Custa a compreender o motivo porque se arrastou desde o ano passado esta situação de falta de esclarecimentos ao empreiteiro para poder realizar devidamente a obra.
De salientar que o acréscimo de custo a pagar pela CMO, relativo à regularização dos referidos erros e omissões, no valor de 163.556,53 € + IVA, inclui preços que não foram sujeitos à concorrência.
O combate ao desperdício de dinheiros públicos passa também por não repetir erros como os verificados em projectos desta obra.
Declaração de voto sobre erros e omissões - Complexo Escolar do Furadouro
Depois das explicações dadas pelo fiscal da obra do Complexo Escolar do Furadouro, Sr. Eng. Nuno Cerejeira, continua a ser pertinente questionar o seguinte:
Esta obra tinha como data limite de conclusão Julho, tendo posteriormente sido prorrogada para 15 de Novembro de 2009. É estranho que após ultrapassado o segundo prazo para conclusão e antes de ser proposto um novo prazo de conclusão venha a ser presente à reunião de Câmara de hoje (2 de Dezembro de 2009) uma proposta onde consta que o empreiteiro está a aguardar que lhe definam as características de equipamentos, materiais e instalações que sejam compatíveis com as normas aplicáveis.
A título de exemplo, referem-se as várias vezes que está escrito no documento presente a esta reunião de Câmara “Aguarda-se definição”.
Sugiro que sejam relidas as minhas declarações de voto anteriores sobre os projectos e obras das novas escolas, cujos erros e omissões são de valores elevados.
De salientar que o acréscimo de custo a pagar pela CMO, relativo à regularização dos referidos erros e omissões desta obra, no valor de 197.114,55 € + IVA, inclui preços que não foram sujeitos à concorrência.
Custa a compreender o motivo porque se arrastou desde o ano passado esta situação de falta de esclarecimentos ao empreiteiro para poder realizar devidamente a obra.
O combate ao desperdício de dinheiros públicos passa também por não repetir erros como os verificados em projectos desta obra.
Após as explicações dadas pelo fiscal da obra do Complexo Escolar do Alvito, Sr. Eng. Luís Almeida, continua a ser pertinente questionar o seguinte:
Esta obra tinha como data limite de conclusão Julho, tendo posteriormente sido prorrogada para 15 de Novembro de 2009. É estranho que após ultrapassado o segundo prazo para conclusão e antes de ser proposto um novo prazo de conclusão venha a ser presente à reunião de Câmara de hoje (2 de Dezembro de 2009) uma proposta onde consta que o empreiteiro está a aguardar que lhe definam as características de equipamentos, materiais e instalações que sejam compatíveis com as normas aplicáveis.
A título de exemplo, refere-se que no artigo 4.1 é proposto o aumento das quantidades das luminárias (candeeiros) interiores, com as designações tipo PP1 e PP2 e na página seguinte, em notas, está escrito o seguinte: Não existe identificação e descrição das luminárias (candeeiros) PP1 e PP2 no caderno de encargos. Aguarda-se definição.
Salienta-se que o preço unitário de cada um destes candeeiros interiores é de 294,83 €, o que parece ser um valor muito alto. No mercado, há candeeiros interiores de boa qualidade e alta eficiência a valores bastante mais baixos.
Sugiro que sejam relidas as minhas declarações de voto anteriores sobre os projectos e obras das novas escolas, cujos erros e omissões são de valores elevados.
Custa a compreender o motivo porque se arrastou desde o ano passado esta situação de falta de esclarecimentos ao empreiteiro para poder realizar devidamente a obra.
De salientar que o acréscimo de custo a pagar pela CMO, relativo à regularização dos referidos erros e omissões, no valor de 163.556,53 € + IVA, inclui preços que não foram sujeitos à concorrência.
O combate ao desperdício de dinheiros públicos passa também por não repetir erros como os verificados em projectos desta obra.
Declaração de voto sobre erros e omissões - Complexo Escolar do Furadouro
Depois das explicações dadas pelo fiscal da obra do Complexo Escolar do Furadouro, Sr. Eng. Nuno Cerejeira, continua a ser pertinente questionar o seguinte:
Esta obra tinha como data limite de conclusão Julho, tendo posteriormente sido prorrogada para 15 de Novembro de 2009. É estranho que após ultrapassado o segundo prazo para conclusão e antes de ser proposto um novo prazo de conclusão venha a ser presente à reunião de Câmara de hoje (2 de Dezembro de 2009) uma proposta onde consta que o empreiteiro está a aguardar que lhe definam as características de equipamentos, materiais e instalações que sejam compatíveis com as normas aplicáveis.
A título de exemplo, referem-se as várias vezes que está escrito no documento presente a esta reunião de Câmara “Aguarda-se definição”.
Sugiro que sejam relidas as minhas declarações de voto anteriores sobre os projectos e obras das novas escolas, cujos erros e omissões são de valores elevados.
De salientar que o acréscimo de custo a pagar pela CMO, relativo à regularização dos referidos erros e omissões desta obra, no valor de 197.114,55 € + IVA, inclui preços que não foram sujeitos à concorrência.
Custa a compreender o motivo porque se arrastou desde o ano passado esta situação de falta de esclarecimentos ao empreiteiro para poder realizar devidamente a obra.
O combate ao desperdício de dinheiros públicos passa também por não repetir erros como os verificados em projectos desta obra.
Protocolo CMO e Bombeiros
O vereador José Machado sugeriu que, sem prejuízo de ser aprovada a proposta de protocolo presente à última reunião da CMO, seja ponderado um apoio suplementar à AHBVCO para a compensar por iniciativas que tem concretizado na sequência de sugestões do executivo municipal.
Adiantou que a Câmara Municipal tem o dever moral de apoiar devidamente esta associação porque lhe foram criadas essas expectativas. Sucede que os apoios concedidos pela CMO têm sido inferiores aos solicitados pela direcção da AHBVCO. Sugeriu que convirá confirmar se o passivo acumulado pela AHBVCO será devido a ter seguido sugestões da CMO ou do seu presidente. Em caso afirmativo, é dever moral da CMO contribuir para que sejam ultrapassadas as dificuldades financeiras da AHBVCO, naturalmente dentro da legalidade.
Adiantou que a Câmara Municipal tem o dever moral de apoiar devidamente esta associação porque lhe foram criadas essas expectativas. Sucede que os apoios concedidos pela CMO têm sido inferiores aos solicitados pela direcção da AHBVCO. Sugeriu que convirá confirmar se o passivo acumulado pela AHBVCO será devido a ter seguido sugestões da CMO ou do seu presidente. Em caso afirmativo, é dever moral da CMO contribuir para que sejam ultrapassadas as dificuldades financeiras da AHBVCO, naturalmente dentro da legalidade.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Sobre a Lagoa de Óbidos
As notícias publicadas na imprensa local da semana passada sobre os dragados da Lagoa de Óbidos, levaram o Presidente da Câmara de Óbidos a dar conhecimento a todos os vereadores do conteúdo da Declaração de Impacte Ambiental (DIA), datada de Julho, que aponta a colocação dos dragados nas antigas salinas, próximo do Arelho, concelho de Óbidos.
Até então acreditava-se que estaria garantida a solução divulgada no 1º semestre deste ano, aceite pelos presidentes das Câmaras Municipais de Caldas da Rainha e de Óbidos, da deposição dos dragados nos dois concelhos, com posterior retirada dos mesmos para local já designado (Areeiro do Saraiva e Saibrais), após secagem, com a necessária impermeabilização para evitar a infiltração freática das escorrências poluídas por metais pesados.
O facto do recuo desta solução ter sido mantido em segredo, durante meses, poderá contribuir para o atraso da obra, ou mesmo ficar para as calendas gregas.
Só agora é que o Dr. Telmo Faria informou a Câmara que tinha, há meses, pedido uma audiência, que ainda não se realizou, ao Secretário de Estado do Ambiente, para contestar a proposta de localização dos dragados.
De seguida, o vereador José Machado esclareceu que, relativamente à Lagoa de Óbidos, sempre defendeu que deve haver uma solução adequada para a colocação dos dragados. Lamentou que o Dr. Telmo Faria se ter esquecido de referir tão importante dado, que era desconhecido, designadamente no debate havido no dia 3 de Outubro passado, na Rádio Litoral Oeste, com todos os candidatos a presidente da Câmara de Óbidos. Nesse debate de duas horas, em que foram abordados também problemas da Lagoa de Óbidos, o presidente da Câmara de Óbidos não falou na Declaração de Impacte Ambiental (DIA) de Julho que aponta a colocação dos dragados nas antigas salinas, o que a concretizar-se, parece inviabilizar nomeadamente a ideia do criatório de ostras naquele local. De todos os presentes naquele debate, apenas o Dr. Telmo Faria conhecia a referida DIA, que intencionalmente omitiu.
Na última reunião da Câmara de Óbidos, o vereador José Machado reafirmou a sua posição pública de que não se deve facilitar pretexto para as obras de desassoreamento e descontaminação da Lagoa de Óbidos serem, uma vez mais, adiadas. Assim, sem prejuízo de se procurar que seja aceite pela Administração Central uma solução adequada para a colocação dos dragados, deve pressionar-se para avançar o projecto de execução para viabilizar o necessário concurso público internacional para a obra estimada em cerca de 15 milhões de euros e que é uma das contrapartidas, ao Oeste, pela deslocalização do Aeroporto Internacional de Lisboa da Ota para Alcochete.
De salientar que a citada DIA é omissa quanto ao tempo previsto para a deposição provisória dos dragados e bem assim quanto ao destino final dos mesmos.
A melhor solução para ultrapassar a situação agora conhecida, é os Municípios de Óbidos e das Caldas da Rainha acordarem apresentar uma proposta unificada para se avançar com o projecto de execução da grande intervenção na Lagoa de Óbidos. Essa proposta dos dois municípios deveria ter em conta não só a preservação do espaço das antigas salinas, onde infelizmente já foram colocados anteriores dragados, mas evitar erros ambientais, abordando o assunto na amplitude que merece, com destaque para:
- O local onde depositar os dragados é muito mais importante no aspecto das consequências ambientais e temporais do que se calha no nosso quintal ou no do vizinho (no concelho de Óbidos ou no das Caldas).
- Se as lamas e detritos estão contaminados com metais pesados, e metalóides, como parece ser, nunca se devem depositar num local onde a chuva vá transferir, por lexiviação, os poluentes para os níveis freáticos que possam vir a ser fornecedores de água potável.
- Se forem levados os dragados, mesmo que inócuos, para muito junto da bacia da lagoa, é um convite para que a chuva os leve novamente para a lagoa dentro de poucos anos (corresponderia ao castigo de mandar encher um tanque com água tirada de um poço com um cesto de verga; ou seja, seria uma despesa inútil, excepto para o empreiteiro que faça a obra).
- O enchimento do leito da lagoa não deve ser atribuído, essencialmente, às areias provenientes do mar. As areias e lodos que assoreiam, desde há muito tempo, a lagoa vêm de terra, das muitas linhas de água da bacia hidrográfica da Lagoa de Óbidos, que quando há temporais arrastam terra e areias para as cotas inferiores, como é inevitável dada a existência da gravidade. Sendo assim, a política de prevenção é fundamental.
- Devia ser feita uma ampla acção de reflorestação, nas margens da lagoa, dos terrenos incultos, não só com plantação de árvores mas, de imediato com arbustos e herbáceas que fixem os solos. As áreas que se desflorestaram e hoje estão totalmente nuas, à disposição de ventos e chuvas para levar as areias, que maioritariamente constituem aqueles terrenos, para os pontos mais baixos, que são na lagoa. O conhecimento da história deve auxiliar-nos: No reinado de D. Dinis foi decidido plantar pinhal, em virtude dos fortes ventos que assolavam a costa estarem a cobrir os terrenos aráveis de areia estéril.
A persistência da teimosia e da discórdia quanto ao local de colocação dos dragados poderá ser um pretexto para o não cumprimento, pelo Governo, da promessa de uma grande obra de intervenção na Lagoa, o que deveremos evitar a todo o custo. Os protagonistas deste processo, em particular os autarcas de Caldas e Óbidos, têm de perceber que salvar a Lagoa é um desígnio maior, que nos deve unir e agir concertadamente, em nome do futuro da Região e das suas populações.
Cristina Rodrigues
Líder da Concelhia do PS de Óbidos
Até então acreditava-se que estaria garantida a solução divulgada no 1º semestre deste ano, aceite pelos presidentes das Câmaras Municipais de Caldas da Rainha e de Óbidos, da deposição dos dragados nos dois concelhos, com posterior retirada dos mesmos para local já designado (Areeiro do Saraiva e Saibrais), após secagem, com a necessária impermeabilização para evitar a infiltração freática das escorrências poluídas por metais pesados.
O facto do recuo desta solução ter sido mantido em segredo, durante meses, poderá contribuir para o atraso da obra, ou mesmo ficar para as calendas gregas.
Só agora é que o Dr. Telmo Faria informou a Câmara que tinha, há meses, pedido uma audiência, que ainda não se realizou, ao Secretário de Estado do Ambiente, para contestar a proposta de localização dos dragados.
De seguida, o vereador José Machado esclareceu que, relativamente à Lagoa de Óbidos, sempre defendeu que deve haver uma solução adequada para a colocação dos dragados. Lamentou que o Dr. Telmo Faria se ter esquecido de referir tão importante dado, que era desconhecido, designadamente no debate havido no dia 3 de Outubro passado, na Rádio Litoral Oeste, com todos os candidatos a presidente da Câmara de Óbidos. Nesse debate de duas horas, em que foram abordados também problemas da Lagoa de Óbidos, o presidente da Câmara de Óbidos não falou na Declaração de Impacte Ambiental (DIA) de Julho que aponta a colocação dos dragados nas antigas salinas, o que a concretizar-se, parece inviabilizar nomeadamente a ideia do criatório de ostras naquele local. De todos os presentes naquele debate, apenas o Dr. Telmo Faria conhecia a referida DIA, que intencionalmente omitiu.
Na última reunião da Câmara de Óbidos, o vereador José Machado reafirmou a sua posição pública de que não se deve facilitar pretexto para as obras de desassoreamento e descontaminação da Lagoa de Óbidos serem, uma vez mais, adiadas. Assim, sem prejuízo de se procurar que seja aceite pela Administração Central uma solução adequada para a colocação dos dragados, deve pressionar-se para avançar o projecto de execução para viabilizar o necessário concurso público internacional para a obra estimada em cerca de 15 milhões de euros e que é uma das contrapartidas, ao Oeste, pela deslocalização do Aeroporto Internacional de Lisboa da Ota para Alcochete.
De salientar que a citada DIA é omissa quanto ao tempo previsto para a deposição provisória dos dragados e bem assim quanto ao destino final dos mesmos.
A melhor solução para ultrapassar a situação agora conhecida, é os Municípios de Óbidos e das Caldas da Rainha acordarem apresentar uma proposta unificada para se avançar com o projecto de execução da grande intervenção na Lagoa de Óbidos. Essa proposta dos dois municípios deveria ter em conta não só a preservação do espaço das antigas salinas, onde infelizmente já foram colocados anteriores dragados, mas evitar erros ambientais, abordando o assunto na amplitude que merece, com destaque para:
- O local onde depositar os dragados é muito mais importante no aspecto das consequências ambientais e temporais do que se calha no nosso quintal ou no do vizinho (no concelho de Óbidos ou no das Caldas).
- Se as lamas e detritos estão contaminados com metais pesados, e metalóides, como parece ser, nunca se devem depositar num local onde a chuva vá transferir, por lexiviação, os poluentes para os níveis freáticos que possam vir a ser fornecedores de água potável.
- Se forem levados os dragados, mesmo que inócuos, para muito junto da bacia da lagoa, é um convite para que a chuva os leve novamente para a lagoa dentro de poucos anos (corresponderia ao castigo de mandar encher um tanque com água tirada de um poço com um cesto de verga; ou seja, seria uma despesa inútil, excepto para o empreiteiro que faça a obra).
- O enchimento do leito da lagoa não deve ser atribuído, essencialmente, às areias provenientes do mar. As areias e lodos que assoreiam, desde há muito tempo, a lagoa vêm de terra, das muitas linhas de água da bacia hidrográfica da Lagoa de Óbidos, que quando há temporais arrastam terra e areias para as cotas inferiores, como é inevitável dada a existência da gravidade. Sendo assim, a política de prevenção é fundamental.
- Devia ser feita uma ampla acção de reflorestação, nas margens da lagoa, dos terrenos incultos, não só com plantação de árvores mas, de imediato com arbustos e herbáceas que fixem os solos. As áreas que se desflorestaram e hoje estão totalmente nuas, à disposição de ventos e chuvas para levar as areias, que maioritariamente constituem aqueles terrenos, para os pontos mais baixos, que são na lagoa. O conhecimento da história deve auxiliar-nos: No reinado de D. Dinis foi decidido plantar pinhal, em virtude dos fortes ventos que assolavam a costa estarem a cobrir os terrenos aráveis de areia estéril.
A persistência da teimosia e da discórdia quanto ao local de colocação dos dragados poderá ser um pretexto para o não cumprimento, pelo Governo, da promessa de uma grande obra de intervenção na Lagoa, o que deveremos evitar a todo o custo. Os protagonistas deste processo, em particular os autarcas de Caldas e Óbidos, têm de perceber que salvar a Lagoa é um desígnio maior, que nos deve unir e agir concertadamente, em nome do futuro da Região e das suas populações.
Cristina Rodrigues
Líder da Concelhia do PS de Óbidos
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
PS e os problemas do Concelho
Cento e vinte pessoas participaram no encontro promovido pelo PS de Óbidos, no dia 7 de Novembro, na Mansão da Torre, onde os dirigentes socialistas mostraram vontade em criar uma nova dinâmica para reforçar a sua acção política e cívica por todo o concelho, com maior abertura à sociedade.
Esta foi a primeira reunião, mas ficou desde logo acordado que estas serão feitas periodicamente para que, “de uma forma mais consistente, os reais problemas das várias localidades e das pessoas sejam levados aos órgãos autárquicos”, refere a líder concelhia do PS, Cristina Rodrigues. O próximo encontro está já agendado para dia 1 de Dezembro.
Referindo-se à política autárquica do concelho, os socialistas consideram que nos últimos oito anos o município de Óbidos “aumentou muito as suas receitas, devido à concretização de empreendimentos turísticos, previstos no PDM de 1996, assim como ao reforço dos fundos da União Europeia para obras, viabilizados através do governo”. Defendem que importa melhorar a aplicação desses dinheiros provenientes de tais receitas em benefício das populações, destacando mesmo que Óbidos passou a ser um dos municípios portugueses que “tem mais receitas municipais por habitante, tal como no Algarve”.
Os socialistas referiram-se aos debates semanais na Rádio Litoral Oeste, no programa “Conversas Cruzadas”, que consideram de interesse para o esclarecimento de um conjunto de problemas municipais. No entanto, lamentam que o PSD “ultimamente tenha faltado a esses debates, contrariando assim o seu anúncio de abertura ao diálogo com a oposição”, refere a líder do PS local. A responsável salienta ainda que apesar do presidente da Câmara ter anunciado que quer a colaboração da oposição, a maioria social-democrata no executivo continua a “ter uma postura marcadamente partidária, ao apenas atribuir pelouros aos vereadores foram eleitos na lista do PSD”.
Cristina Rodrigues anunciou ainda novidades para breve quanto à reorganização do partido no concelho, propondo a fusão das suas secções de Amoreira, Gaeiras e Óbidos numa única estrutura concelhia que terá a participação de pessoas de várias localidades. Já o deputado municipal João Lourenço fez uma análise dos resultados da acção dos eleitos municipais do PS e destacou a pressão, “bem sucedida”, para a manutenção do coreto das Gaeiras.
Neste primeiro encontro, os actuais vereadores eleitos na lista do PS, José Machado e Maria Goreti Rodrigues, apresentaram um resumo das suas contribuições neste mandato.
Fátima Ferreira in Gazeta das Caldas
Esta foi a primeira reunião, mas ficou desde logo acordado que estas serão feitas periodicamente para que, “de uma forma mais consistente, os reais problemas das várias localidades e das pessoas sejam levados aos órgãos autárquicos”, refere a líder concelhia do PS, Cristina Rodrigues. O próximo encontro está já agendado para dia 1 de Dezembro.
Referindo-se à política autárquica do concelho, os socialistas consideram que nos últimos oito anos o município de Óbidos “aumentou muito as suas receitas, devido à concretização de empreendimentos turísticos, previstos no PDM de 1996, assim como ao reforço dos fundos da União Europeia para obras, viabilizados através do governo”. Defendem que importa melhorar a aplicação desses dinheiros provenientes de tais receitas em benefício das populações, destacando mesmo que Óbidos passou a ser um dos municípios portugueses que “tem mais receitas municipais por habitante, tal como no Algarve”.
Os socialistas referiram-se aos debates semanais na Rádio Litoral Oeste, no programa “Conversas Cruzadas”, que consideram de interesse para o esclarecimento de um conjunto de problemas municipais. No entanto, lamentam que o PSD “ultimamente tenha faltado a esses debates, contrariando assim o seu anúncio de abertura ao diálogo com a oposição”, refere a líder do PS local. A responsável salienta ainda que apesar do presidente da Câmara ter anunciado que quer a colaboração da oposição, a maioria social-democrata no executivo continua a “ter uma postura marcadamente partidária, ao apenas atribuir pelouros aos vereadores foram eleitos na lista do PSD”.
Cristina Rodrigues anunciou ainda novidades para breve quanto à reorganização do partido no concelho, propondo a fusão das suas secções de Amoreira, Gaeiras e Óbidos numa única estrutura concelhia que terá a participação de pessoas de várias localidades. Já o deputado municipal João Lourenço fez uma análise dos resultados da acção dos eleitos municipais do PS e destacou a pressão, “bem sucedida”, para a manutenção do coreto das Gaeiras.
Neste primeiro encontro, os actuais vereadores eleitos na lista do PS, José Machado e Maria Goreti Rodrigues, apresentaram um resumo das suas contribuições neste mandato.
Fátima Ferreira in Gazeta das Caldas
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Encontro de eleitos do PS de Óbidos
O PS de Óbidos promove um encontro no próximo sábado, dia 7 de Novembro, na Mansão da Torre, para analisar o balanço do trabalho feito e combinar a articulação entre todos os eleitos nas listas do PS para a Câmara (2 vereadores), para a Assembleia Municipal (6 deputados) e para as Freguesias (21 mandatos), incluindo a Junta de Freguesia do Olho Marinho onde passou a ter a responsabilidade de liderar.
O PS de Óbidos aumentou para 29 o número de pessoas eleitas nas suas listas, com mandatos autárquicos.
Pelas 18 horas, tem lugar, na Mansão da Torre, uma reunião com os eleitos nas listas do PS, com vista à boa articulação entre os mesmos.
Pelas 20 horas, realiza-se, também naquele hotel, um jantar dos candidatos autárquicos, nas listas do PS, nas recentes eleições, que será aberto à participação de outras pessoas interessadas.
Serão analisados os desenvolvimentos já ocorridos no novo mandato e perspectivados os desafios para o futuro.
O PS de Óbidos quer que se crie uma nova dinâmica, para reforçar a sua acção política e cívica, com grande abertura à sociedade.
As inscrições para o jantar devem ser feitas para a D. Maria Helena Correia, através do telefone 262950495 ou telemóvel 968149816.
O PS de Óbidos aumentou para 29 o número de pessoas eleitas nas suas listas, com mandatos autárquicos.
Pelas 18 horas, tem lugar, na Mansão da Torre, uma reunião com os eleitos nas listas do PS, com vista à boa articulação entre os mesmos.
Pelas 20 horas, realiza-se, também naquele hotel, um jantar dos candidatos autárquicos, nas listas do PS, nas recentes eleições, que será aberto à participação de outras pessoas interessadas.
Serão analisados os desenvolvimentos já ocorridos no novo mandato e perspectivados os desafios para o futuro.
O PS de Óbidos quer que se crie uma nova dinâmica, para reforçar a sua acção política e cívica, com grande abertura à sociedade.
As inscrições para o jantar devem ser feitas para a D. Maria Helena Correia, através do telefone 262950495 ou telemóvel 968149816.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Recontagem dos votos-Declaração
O Partido Socialista de Óbidos confirma que a recontagem de votos no concelho de Óbidos, solicitada pelo PSD, não alterou o número de eleitos para a Cãmara Municipal, mantendo-se o número em cinco eleitos para o PSD e dois para o PS.
A recontagem dos votos solicitada pelo PSD foi apoiada pelo PS desde o ínicio, considerando que se trata de um direito legítimo daquele partido em face dos efeitos práticos de eventuais mudanças no resultado eleitoral, decididos por estreita margem de votos. Cumpre informar que o PS de Óbidos iria conformar-se com a decissão da Assembleia de recontagem, não recorrendo da mesma fosse qual fosse o resultado.
O que o PS não compreende é a razão pela qual o PSD anunciou na comunicação social essa sua intenção de recontagem.
Estranhamos igualmente que perante a confirmação dos resultados tenha sido o Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD a pronunciar-se, quando inicialmente tinha sido o candidato Telmo Faria a anunciar à comunicação social a intenção da recontagem.
Finalmente, e a 4 anos de distância, o PS de Óbidos regista, para memória futura, a declaração optimista de Humberto Marques, presidente da concelhia local do PSD, que em declarações à Lusa antecipa que a eleição de um sexto vereador pelo PSD é uma "expectativa bastante viável nas próximas eleições", em 2013.
Em 14 de Outubro de 2009
O PS de Óbidos
A recontagem dos votos solicitada pelo PSD foi apoiada pelo PS desde o ínicio, considerando que se trata de um direito legítimo daquele partido em face dos efeitos práticos de eventuais mudanças no resultado eleitoral, decididos por estreita margem de votos. Cumpre informar que o PS de Óbidos iria conformar-se com a decissão da Assembleia de recontagem, não recorrendo da mesma fosse qual fosse o resultado.
O que o PS não compreende é a razão pela qual o PSD anunciou na comunicação social essa sua intenção de recontagem.
Estranhamos igualmente que perante a confirmação dos resultados tenha sido o Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD a pronunciar-se, quando inicialmente tinha sido o candidato Telmo Faria a anunciar à comunicação social a intenção da recontagem.
Finalmente, e a 4 anos de distância, o PS de Óbidos regista, para memória futura, a declaração optimista de Humberto Marques, presidente da concelhia local do PSD, que em declarações à Lusa antecipa que a eleição de um sexto vereador pelo PSD é uma "expectativa bastante viável nas próximas eleições", em 2013.
Em 14 de Outubro de 2009
O PS de Óbidos
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Declaração
O PS de Óbidos saúda todos os que participaram neste acto eleitoral autárquico.
O PS de Óbidos saúda especialmente todos os seus candidatos a estas eleições.
Finalmente, e conhecidos os resultados eleitorais importa reconhecer a derrota eleitoral do Partido Socialista em Óbidos e desejar ao PSD e aos seus eleitos as maiores felicidades no desempenho das suas funções.
O PS de Óbidos saúda especialmente todos os seus candidatos a estas eleições.
Finalmente, e conhecidos os resultados eleitorais importa reconhecer a derrota eleitoral do Partido Socialista em Óbidos e desejar ao PSD e aos seus eleitos as maiores felicidades no desempenho das suas funções.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
José Machado com José Sócrates
O candidato do PS José Machado esteve novamente com José Sócrates, já após as eleições legislativas. Na ocasião José Machado teve oportunidade de desejar ao actual e futuro primeiro-ministro as maiores felicidades na governação. José Sócrates, durante o breve encontro com José Machado, aproveitou para desejar que em Óbidos o PS possa repetir a vitória eleitoral das eleições legistavias, e que José Machado seja o futuro Presidente da Câmara Municipal de Óbidos.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Sessões da Candidatura PS - Rectificações
DIA 7 Carregal 19:00 Pinhal 21:00
DIA 8 Amoreira 21:00 - às 18:00 - encontro no Tubas Bar, em Óbidos, com ginja + jantar na Amoreira, às 19h30
DIA 9 Gracieira 18:00 e Grande Festa de Encerramento em A-dos-Negros, às 20 h
DIA 8 Amoreira 21:00 - às 18:00 - encontro no Tubas Bar, em Óbidos, com ginja + jantar na Amoreira, às 19h30
DIA 9 Gracieira 18:00 e Grande Festa de Encerramento em A-dos-Negros, às 20 h
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Campanha Autárquica do PS
Datas e locais das Sessões com Candidatos do PS
29 A. da Gorda 21:30
30 (Assembleia Municipal) 21.00
1 Gaeiras 20:30
2 (Debate Óbidos) 21.00
3 Arelho 18:00 Sancheira Grande 21:00
4 Usseira 15:00 Sobral da Lagoa 17:00 A-dos-Negros 21:00
5 Olho Marinho Almoço Vau 18:00 Óbidos 21:00
6 Trás Outeiro 19:00 Bº. Sra. Da Luz 21:00
7 Carregal 19:00 Pinhal 21:00
8 Amoreira 21:00
9 Gracieira 18:00 (Grande Festa de encerramento) 20:00
29 A. da Gorda 21:30
30 (Assembleia Municipal) 21.00
1 Gaeiras 20:30
2 (Debate Óbidos) 21.00
3 Arelho 18:00 Sancheira Grande 21:00
4 Usseira 15:00 Sobral da Lagoa 17:00 A-dos-Negros 21:00
5 Olho Marinho Almoço Vau 18:00 Óbidos 21:00
6 Trás Outeiro 19:00 Bº. Sra. Da Luz 21:00
7 Carregal 19:00 Pinhal 21:00
8 Amoreira 21:00
9 Gracieira 18:00 (Grande Festa de encerramento) 20:00
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
VITÓRIA
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O Parque Tecnológico de Óbidos
O Dr. Filipe Montargil assina (como “cidadão desinteressado” enquanto “director executivo do parque Tecnológico de Óbidos”) um artigo publicado no blog de Telmo Faria sobre o Parque Tecnológico.
No essencial da sua escrita retira-se que o PS e eu próprio mudámos de opinião sobre o Parque Tecnológico, que o PS anda mal informado sobre o número de empresas aderentes e que o Parque Tecnológico é, afinal, um sucesso.
Sobre este discurso de “cidadão desinteressado” como é certamente o Dr. Filipe Montargil, apenas dizer o seguinte:
1. O PS de Óbidos nunca mudou a sua opinião sobre o Parque Tecnológico de Óbidos. Quem pelos vistos mudou de opinião foi o Dr. Filipe Montargil e o Dr. Telmo Faria que acreditavam em milhares de empregos, em empresas com tecnologia de ponta e agora se contentam com o que têm, uma empresa desviada do concelho vizinho sem qualquer mais-valia para a região e umas outras que aderiram ao um tal ABC, uma espécie de “criatório” como aquela das ostras.
2. Sobre as empresas que aderiram à incubadora falaremos com mais propriedade no local adequado, a próxima Assembleia Municipal de 30 de Setembro. Foi aí, aliás, que o Sr. Presidente da Câmara de Óbidos afirmou, em Fevereiro, que estariam assinadas meia-dúzia de escrituras de compra de lotes no PT de Óbidos até 31 de Março de 2009. Faremos o ponto de situação no local próprio.
3. Sobre o “sucesso” do Parque Tecnológico. O PS nunca criticou a existência de um Parque Tecnológico em Óbidos, aliás, e é bom que o Dr. Filipe Montargil o reconheça, tal estava previsto no Programa do PS de 2005 e não constava na Visão Estratégica de Telmo Faria. O que o PS criticou foi a falta de estratégia da CMO para atrair empresas, preferindo conflitos patéticos com o concelho vizinho, para “ganhar” uma empresa que tem reduzido o seu número de trabalhadores, a incapacidade para retirar mais valias de um investimento de 20 milhões de euros que obrigaram ao endividamento da empresa municipal, e o exagero e a propaganda sempre associadas a este projecto.
Finalmente afirmar o seguinte. É estranho que o Dr. Filipe Montargil no seu discurso de “cidadão desinteressado”, apenas refira uma empresa, aliás uma empresa cuja sede, de facto, está situada em Gaeiras, mas cujos escritórios continuam situados na Avenida Infante Santo, nº68-H, em Lisboa.
Para terminar, eu não sei o que é que o Dr. Filipe Montargil, na sua qualidade de “cidadão desinteressado”, considera ser alguém com “falta de convicções”. O que eu sei é que eu olho para o estado do Parque Tecnológico de Óbidos e fico preocupado. O Dr. Filipe Montargil olha e considera um sucesso. Está aí a nossa principal diferença.
Luís de Carvalho
No essencial da sua escrita retira-se que o PS e eu próprio mudámos de opinião sobre o Parque Tecnológico, que o PS anda mal informado sobre o número de empresas aderentes e que o Parque Tecnológico é, afinal, um sucesso.
Sobre este discurso de “cidadão desinteressado” como é certamente o Dr. Filipe Montargil, apenas dizer o seguinte:
1. O PS de Óbidos nunca mudou a sua opinião sobre o Parque Tecnológico de Óbidos. Quem pelos vistos mudou de opinião foi o Dr. Filipe Montargil e o Dr. Telmo Faria que acreditavam em milhares de empregos, em empresas com tecnologia de ponta e agora se contentam com o que têm, uma empresa desviada do concelho vizinho sem qualquer mais-valia para a região e umas outras que aderiram ao um tal ABC, uma espécie de “criatório” como aquela das ostras.
2. Sobre as empresas que aderiram à incubadora falaremos com mais propriedade no local adequado, a próxima Assembleia Municipal de 30 de Setembro. Foi aí, aliás, que o Sr. Presidente da Câmara de Óbidos afirmou, em Fevereiro, que estariam assinadas meia-dúzia de escrituras de compra de lotes no PT de Óbidos até 31 de Março de 2009. Faremos o ponto de situação no local próprio.
3. Sobre o “sucesso” do Parque Tecnológico. O PS nunca criticou a existência de um Parque Tecnológico em Óbidos, aliás, e é bom que o Dr. Filipe Montargil o reconheça, tal estava previsto no Programa do PS de 2005 e não constava na Visão Estratégica de Telmo Faria. O que o PS criticou foi a falta de estratégia da CMO para atrair empresas, preferindo conflitos patéticos com o concelho vizinho, para “ganhar” uma empresa que tem reduzido o seu número de trabalhadores, a incapacidade para retirar mais valias de um investimento de 20 milhões de euros que obrigaram ao endividamento da empresa municipal, e o exagero e a propaganda sempre associadas a este projecto.
Finalmente afirmar o seguinte. É estranho que o Dr. Filipe Montargil no seu discurso de “cidadão desinteressado”, apenas refira uma empresa, aliás uma empresa cuja sede, de facto, está situada em Gaeiras, mas cujos escritórios continuam situados na Avenida Infante Santo, nº68-H, em Lisboa.
Para terminar, eu não sei o que é que o Dr. Filipe Montargil, na sua qualidade de “cidadão desinteressado”, considera ser alguém com “falta de convicções”. O que eu sei é que eu olho para o estado do Parque Tecnológico de Óbidos e fico preocupado. O Dr. Filipe Montargil olha e considera um sucesso. Está aí a nossa principal diferença.
Luís de Carvalho
Comentários anónimos
O PS de Óbidos decidiu repor a funcionalidade dos "comentários" sem registo considerando que várias pessoas querem dar expressão dos seus sentimentos políticos e da sua indignação, mas receiam identificar-se.
O PS de Óbidos apela a que não se usem os sites e blogs para insinuações, para acusações infundadas, e para insultos cobardes.
O PS de Óbidos
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